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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Principais Biomas Brasileiro





Mais uma proposta de atividade para escola integral, integrada com as ciências da natureza.


Primeira etapa:

Após assistir ao filme discuta com os colegas acerca de biomas, produza uma pesquisa discutindo os principais biomas brasileiros. 

Segunda etapa:

Posteriormente dividam-se em grupos de no máximo dez educando para compartilharem de uma pesquisa prática, sendo ela realizada no zoológico de nossa cidade. Cada grupo ficará com uma área específica do zoológico a ser mapeada e coletará as seguintes informações com  fotos e/ou filmagem;

-Nome do animal (espécie);
- Habitat;
- Bioma;
- Características físicas do animal;
- Hábitos de vida ;
- Relação das características morfológicas com o habitat do animal;
Terceira etapa:
Cada grupo de porte das informações e imagens farão filmes editados em seus programas de preferência. Posteriormente apresentarão sua respectivas produções cinematográficas à comunidade local em uma sessão pipoca. 

Dicas de ciências da natureza e suas tecnologias





Alguns assuntos que podemos escolher para discutir. Qual deles achou mais interessante?

Boas práticas do Programa Mais Educação




Mais uma experiência exitosa em nível nacional de Escolas de Tempo Integral que fazem a diferença no processo de ensino e aprendizagem das Ciências da Natureza. 

CECR - Escola Parque: Programa Ciência, na Escola Parque!




Experiência exitosa em Escola de Tempo Integral que fazem a diferença no processo de ensino e aprendizagem das Ciências da Natureza. 

Projeto 5s EMEF Tancredo Neves Maracanaú-Ce 2012





      Este é um dos exemplos de aplicação de ciências da natureza e uso do espaço em uma escola integral do Brasil. Neste ensejo, as cartografias afetivas do espaço da escola integral ligado às emoções, questões subjetivas, suscita mapear as relações existentes nesse espaço possibilitando dar sentidos aos momentos em que os alunos ali estiverem presentes. Muitas vezes diante de uma arquitetura arcaica é necessário criar e “afetivizar” o uso do espaço tornando-o adequado às atividades desenvolvidas na escola, o qual respondesse às necessidades dos alunos e professores de um local afetivo para pensar e vivenciar as experiências da aplicação de um currículo  e planejamento que o explore. Qualquer seja o lugar onde os alunos e professores escolham para vivenciar momentos de produção e aprendizagem, tornar-se-ão lugares de devaneio, lugares que ancorarão lembrança, memória quando bem usados.  Bachelard (1978, p. 196), refere-se a “valores imaginados” para justificar que o “espaço compreendido pela imaginação não pode ficar sendo o espaço indiferente abandonado à medida e reflexão do geômetra. É vivido. E é vivido não em sua positividade, mas com todas as parcialidades da imaginação.” Bachelard (1978) mostra-nos os valores da intimidade do espaço: “a casa é nosso canto no mundo” (p. 200), evidenciando a casa como signo de habitação e proteção. Nós, como educadores, ao lermos A Poética do Espaço, de Gaston Bachelard, comparamos inevitavelmente a imagem da “casa” com o nosso ambiente de trabalho: “a escola”. Passamos então a nos perguntar: como o espaço escolar é sentido, vivido pelas crianças que estudam em tempo integral através do Projeto Mais Educação, e que têm este espaço como um segundo lar? A compreensão da simbologia do espaço escolar expressado especialmente pela criança, que é o sujeito para o qual o espaço escolar tem a razão de existir, contribui para a proposição de alternativas que tenham a afetividade como unidade. Esta ação educativa descrita no vídeo e experienciada por estas comunidade escolar integra ocupação afetiva do espaço e estudos referentes a higiene, cuidados com a saúde e meio ambiente e natureza. 

Referências
BACHELARD, G. A poética do espaço. São Paulo: Abril Cultural, 1978. (Coleção Os Pensadores)
LUCENA, K. C., Uma fenomenologia da imaginação através do espaço. Nau Literária. Revista Eletrônica de Crítica e Teoria de Literaturas em Língua Portuguesa. Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, v. 3, p. 1, jan./jul. 2007. Disponível em: <http://www.seer.ufrgs.br/index.php/NauLiteraria/article/view/4896/2819>. Acesso em: 07 de agosto de 2014.
PEREIRA, J. C. Cartografias afetivas: proposições do professor-artista-cartógrafo-etc. In: Ra'e Ga - O Espaço Geográfico em Análise. Periódico digital. Departamento de Geografia e Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR). V.30. P. 106, 109, 111. 2014. Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/raega/article/view/36087>.Acesso em: 07 de agosto de 2014

SANTIAGO, Eliete. O Projeto Político da Escola como instrumento da gestão democrática. In: Políticas e Gestão da Educação Básica. Organizadoras: Laêda Bezerra Machado, Eliete Santiago. Recife: Ed. Universitária.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Preservar a natureza é bom demais!





Os vídeos e animações da rede de internet, quando trabalhados de forma reflexiva por educadores e educandos, favoreceram a aquisição de conhecimentos, seja pelo interesse, curiosidade acerca dos conteúdos apresentados ou mesmo pela forma pelo qual é disponibilizada. Sobretudo as mídias trazem grandes contribuições para as aulas, tornando-as mais prazerosas, sendo mais um recurso no ensino, consequentemente auxilia o aluno a desenvolver novos conceitos em sala de aula.


Participe conosco respondendo acerca do conteúdo do vídeo: 

Por Que devemos Preservar a Natureza?

Como podemos preservar a natureza? 

Física





Vamos refletir um pouco de Física? Assista ao vídeo e comente o que entendeu.